Clara havia acabado de sair do banco. Tinha passado exatos quarenta e cinco minutos pra pagar uma conta atrasada, que só poderia pagar ali. Ela ainda não entendia por que tinha que esperar tanto tempo pra pagar uma conta, afinal era ela cliente e o credor é que deveria estar correndo atrás do dinheiro, facilitar a forma de pagamento e o tempo de pagamento. Mas ela já até tinha esquecido isso, quando entrou numa loja de roupas, querendo comprar o vestido que ela sonhava havia alguns dias. Nesse momento, apareceu uma moça, uma vendedora cheia de sorrisos. Clara foi direto ao vestido. Ela já sabia o preço, mas perguntou mesmo assim. - Trezentos e cinqüenta reais – disse a vendedora, sem dar muito crédito à Clara, talvez por que Clara não estivesse bem vestida, ou por que Clara fosse negra ou simplesmente por que aquele vestido era o mais caro da loja. - Qual é o desconto? – perguntou Clara, sabendo que não teria nenhum desconto. - Esse é o preço para pagamento à vista ou no car...
Lindeza resume!
ResponderExcluirProvavelmente as palavras mais bonitas que li hoje.
<3
Beijooos
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Que amor esse poema Diego <3
ResponderExcluirGostei demais!
Beijos, Tau
versos-de-inverno.blogspot.com
Olá, Diego.
ResponderExcluirQue lindo. Só precisou de poucas linhas para transbordar sentimentos. Essa frase significa tanto, pena que hoje em dia usam ela como moeda de troca. Parabéns mais uma vez.
Prefácio
Oi Diego, tudo bem?
ResponderExcluirMuito fofo seu poema!
Não tem nada melhor do que um sentimento saudável e correspondido. <3
Beijos,
Priih
Infinitas Vidas
Oi Diego,
ResponderExcluirLindas palavras e como dizem né, às vezes o amor vem quando a gente menos espera. E adorei a letra da música do Zeca, encaixou perfeitamente.
tenha uma ótima semana.
Nana - Canto Cultzíneo
Oi, Diego! Tudo bem? O texto é curto, mas muito lindo. Fiquei muito curioso para saber o que ele falou hahahaha
ResponderExcluirAbraço
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